Não consigo gostar da lógica que criou a necessidade de criar cada vez mais conteúdo com uma frequência cada vez maior. Tenho visto artistas de que gosto pedindo desculpas por terem “sumido” (ficaram uma semana sem postar), ou se queixando de exaustão por não conseguirem seguir o ritmo de postagem diária que se espera de…
⚠️ UPDATE (fev.2025): Textos sobre o Neil Gaiman envelheceram bem mal. Leia meu texto mais recente para entender por quê: Sem chance para abusador Tenho algumas dívidas com Neil Gaiman. Uma delas é por ter me introduzido Tori Amos. A música dela foi companheira em alguns momentos de ruptura na minha vida, mas antes da…
Não há mais tempo para inventar moda este ano; já estou em modo 2019, a cabeça já existindo no futuro, porque o que resta de 2018 é uma pontinha que tenho que segurar entre os dedos com cuidado, para eu conseguir terminar o que ficou inacabado, antes que o restinho esfarele entre os dedos. Novembro…
HQ originalmente enviada na minha newsletter em 14 de novembro de 2018. Assine grátis: Me ajude a fazer mágica com o valor de um café por mês
Tempo livre não é tempo para preencher com mais trabalho; é tempo para mim.
O que é, o que é, clara e salgada? A boa literatura, jovem.
Orientar seu trabalho pelo que os outros estão fazendo é a forma mais fácil de ficar perdida.
A Rádio Imaginária não existe, mas está de volta! A Rádio Imaginária é só coisa da sua cabeça. E da minha. Uma rádio com histórias de personagens que não existem, falando sobre coisas que não aconteceram narradas por vozes inexistentes. Talvez seja tudo um sonho. Prepare os fones de ouvido, dá o play e vem comigo. Faça…
Parte 3 de 5 da série Conversas de Papel
Parte de 2 de 5 da série Conversas de Papel
Parte de 1 de 5 da série Conversas de Papel
Minha história como bolsista, um ponto de virada na minha vida.
Em entrevista, a artista plástica Simone Hess me conta um pouco sobre seu processo de criação.
Porque os nãos também ajudam a crescer.
Uma conversa franca com quem escreve, cria e produz conteúdo.
O que achou quem leu meu primeiro romance, “As águas-vivas não sabem de si”, publicado pela Fantástica Rocco.
A única coisa que exijo de quem escolhe ler meus textos.
Você aceitaria uma vaga de emprego que não promete salário fixo nenhum? Pois é, eu aceitei.